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Ateu passa a crer em Deus após ter câncer: “Não sabemos quanto tempo resta”


Ateu passa a crer em Deus após ter câncer: “Não sabemos quanto tempo resta”

Russ era um ateu convicto e dizia com todas as letras que não acreditava em Deus. Ele conta que estava lendo muito sobre literatura que tratava de desenvolvimento pessoal, citando o livro “O poder do pensamento positivo”.

“Gostei do livro, mas assim que o autor mencionou Deus, larguei-o”, contou Russ, que achou uma literatura não válida por não considerar seres como os duendes.

“Nos meus 30 anos, eu tinha um plano para minha vida. Não havia como Deus figurar nele”, justifica.

O ateísmo estava enraizado na personalidade de Russ, por meio de sua família. “Meu pai era ateu e membro do Partido Comunista da Austrália. Nós crescemos com esse pano de fundo. Também frequentei uma escola secundária bastante acadêmica, onde éramos encorajados a pensar lógica e cientificamente”, diz.

Durante sua adolescência, Russ diz que teve um fascínio pela pessoa de Jesus, mas não se tratava de fé. “Eu não poderia refutar que ele era uma figura histórica. Eu costumava ouvir o musical ‘Jesus Christ, Superstar’ e cantar junto. Mas meu cérebro lógico não aceitaria a coisa da divindade. Eu não acreditava em Deus!”

Entre os 20 e 40 anos, ele conta que não deu mais ouvidos a Cristo devido ao que havia presenciado na igreja. “Notei muitos hipócritas na igreja. Eles me afastaram. Eu também vi as diferentes denominações jogando pedras umas nas outras, o que também me desconcertou. O cristianismo deve ser um monte de podridão se as denominações estão se comportando assim”, pensou.

Uma dura realidade

Russ diz que durante o ateísmo, nunca tinha sido confrontado com a sua mortalidade antes.

“Então, muitas coisas aconteceram em 1993. Uma senhora entrou em meu escritório fazendo perguntas sobre meu trabalho. Ao sair, ela disse: ‘A mão de Deus deve estar sobre você’. Eu não sabia como reagir. Ela me encorajou a ir à igreja. Eu não fui. Mas nunca esqueci o que ela disse”, lembra.

Naquele ano, Russ foi diagnosticado com câncer de intestino. “Eu tinha 40 anos e tínhamos três filhos pequenos e um negócio. Comecei a chorar. Eu nunca tinha sido confrontado com a minha mortalidade antes. Foi uma detecção repentina e aleatória. Eu não tinha sinais externos, mas foram dez dias desde o diagnóstico até a cirurgia”, conta.

“Depois que saí do hospital, estava sentado em um banco na rua principal de Springwood. Eu me sentindo grato por estar vivo. Eu sabia que se eles tivessem esperado até que eu apresentasse os sintomas, eu não estaria vivo. Enquanto eu estava sentado lá, um colega de trabalho passou. Ele parou e nós conversamos. Ele estava realmente preocupado comigo”, relata.

“Eu disse a ele que estava com vontade de agradecer a Deus… que eu não conhecia… e não sabia como agradecer a Deus. E ele disse: ‘Vou buscá-lo no domingo’”, lembra Russ.

Domingo na Igreja

No domingo combinado, Russ foi com seu amigo à igreja. “Depois, ele me colocou sob sua proteção e começou a responder minhas perguntas. Ele foi incrivelmente útil. Ele disse que o cristianismo é sobre seguir a Cristo, não outros cristãos. Ele também disse que eu precisava descobrir se Jesus é quem disse ser”.

Russ conta que começou a ler o Novo Testamento – os Evangelhos e Atos, além dos livros de Josh McDowell.

“Eu devorei tudo isso. Foi fascinante – todas essas vidas foram absolutamente transformadas por Jesus – os discípulos, Estêvão, Paulo. Algo muito grande deve ter acontecido”, contou.

Ele diz que passou a entender os fatos historicamente, mas continuou discutindo com Deus, principalmente sobre aceitá-lo como meu Senhor.

“Se eu me submetesse a ele, talvez tivesse que fazer o que ele disse. Eu também não entendia por que Jesus tinha que morrer. Eu não me via como um homem pecador naquela época. Eu pensava que a humanidade era essencialmente boa. Mas então li Romanos 3. Na verdade, ninguém é bom o suficiente, ‘Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus’”.

Dificuldades levaram a Deus

Russ diz que louva a Deus pelas circunstâncias difíceis em sua vida. Nos meses seguintes, quando olhou para sua história, incluindo o comunismo e o socialismo, tudo fez mais sentido.

“Não somos bons e precisamos da graça de Deus. Em outubro de 1994, eu me entreguei a Jesus. Orei: ‘Jesus, tu és o Senhor. Por favor, tome conta da minha vida’”.

Ele continuou indo à igreja e, nos anos seguintes, seus três filhos também começaram a frequentar, e depois sua esposa.

“Foi um lento processo de mudança em todos nós. Agora, quero dizer às pessoas: ‘Não deixe para muito tarde. Não se arrependa [muito tarde]. Não sabemos quanto tempo temos. Não desperdice os anos de sua juventude’”.

Russ diz que seu trabalho é encorajar as pessoas a terem discussões difíceis com Deus desde o início, enquanto podem. “No meu caso, meu câncer me atraiu para Deus.”

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